“A base da motivação está no relacionamento e na comunicação. São aí que os problemas começam a se tornar recorrentes”, aponta Marina Pechlivanis, que acaba de lançar livro sobre o assunto

Tem funcionários acomodados, desmotivados ou até mesmo estagnados no seu time? Talvez, falte a eles um pouco mais de encanto. Literalmente. Em ambientes de trabalho, a motivação surge ou desaparece como consequência de um conjunto de atitudes, geralmente da própria empresa, e que afetam o comprometimento da equipe.

Marina Pechlivanis, professora, escritora e autoridade no Brasil em Gestão de Encantamento.

“A base da motivação está no relacionamento e na comunicação. São aí que os problemas começam a se tornar recorrentes: lideranças distantes, relacionamentos frios, ausência de feedbacks, falta de objetivos claros, comunicação agressiva, chamadas depreciativas. Manter uma equipe motivada exige atitudes alinhadas com os anseios dos colaboradores; que os façam se sentir respeitados e valorizados”, afirma Marina Pechlivanis, professora, escritora e autoridade no Brasil em Gestão de Encantamento.

A especialista acaba de lançar “Gestão de Encantamento 2: como a mágica acontece” (Editora Reflexão Business, 2019), continuação do best-seller “Gestão de Encantamento: dicas mágicas”, lançado em 2018. Na obra, a especialista apresenta cases sobre como as empresas podem planejar ações para gerar memórias inesquecíveis que acessam o “universo particular” dos seus clientes e colaboradores. “Tudo o que toca as pessoas, suas ideias e suas memórias, tem mais chances de ser lembrado. O que é lembrado pode ser valorizado. E o que é valorizado pode ser consumido, compartilhado, multiplicado”, destaca Pechlivanis, que também é sócia-fundadora da Umbigo do Mundo, empresa de comunicação especializada em posicionamento de marca e cultura corporativa.

“Gestão de Encantamento 2: como a mágica acontece” (Editora Reflexão Business, 2019)

O que faz os funcionários recuperarem o ânimo e abrirem mentes e corações? “Às vezes, é algo muito simples, de baixo investimento, porém de altíssimo valor como uma frase motivadora, uma ação customizada. É exatamente aí, nos pequenos encantos, que a disposição é recuperada; que o ambiente de trabalho fica mais grandioso, mais inspirado”, completa.

“Olhar para isso tudo e perceber que quem pode fazer alguma diferença somos nós mesmos foi o meu estímulo para estudar ‘onde a mágica acontece’ e criar soluções positivas e produtivas nas nossas interações pessoais, com amigos, família e no mundo do trabalho”, conta. Com a vivência de quem está no mercado há mais de 25 anos, já atendeu empresas dos mais diversos segmentos em projetos de estratégia de comunicação, Marina Pechlivanis percebeu uma crescente falta de solidez nas relações entre pessoas. Relações desgastadas, desmotivadas e até desrespeitosas, que interferem na forma como as empresas e seus representantes são percebidos, afetando o ambiente de trabalho, as negociações, o retorno sobre investimento e as perspectivas de crescimento.

“Em tempos de visão de equilíbrio nas relações humanas, com tantas soluções holísticas para as pessoas se entenderem melhor consigo mesmas e com o mundo, não existe nada mais ultrapassado que condutas tóxicas como intolerância, arrogância, hipocrisia, grosseria, prepotência, entre outras ‘desvirtudes’, altamente nocivas, para a criação de um ambiente saudável para a geração de bons vínculos”, pontua. “Encantar é difícil. Mas desencantar é fácil: basta uma desconexão, umazinha, para a mágica inteira desandar”, conclui.

Como recuperar o engajamento de funcionários desmotivados? Gestão de Encantamento pode ajudar
Estudo de caso

Em um cenário econômico de alta competitividade e crescimento econômico instável, investir na capacitação de equipes para gerar diferenciação tem se tornado questão de sobrevivência para muitas empresas.

“Se a equipe está feliz e gosta do que faz, por exemplo, o cliente vai perceber isso. Se tivermos uma equipe encantada, a consequência disso é o encantamento do cliente. O encantamento vai acontecer quase como um passe de mágica das nossas pessoas e para as pessoas que querem tomar um café, receber um sorriso, provar uma degustação, conhecer um pouco deste mundo em nossas lojas”, afirma o fundador da Biscoitê, Raul Matos, que aplica Gestão de Encantamento na prática. Seus colaboradores, por exemplo, são chamados de “encantadores”.

“Existe todo um planejamento para o encantamento, com técnicas que podem ser aprendidas e incorporadas no dia a dia. A demanda por empresas buscando este tipo de solução atualmente é grande, e quem aplica percebe a diferença”, diz Pechlivanis.

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