Inovação e liderança não podem se separar

Sabemos que empresas que não inovam sucumbem à elevada competitividade e à enorme velocidade de transformações da sociedade.

Por conta da inovação, as empresas que não se preocuparam com a oferta de valores que acompanhassem as tendências de consumo acabaram por falir. Muitos são os exemplos disto: a Spotify fez falir várias gravadoras; o Netflix às locadoras; o Booking vem assolando as agências de turismo; o Whatsapp complicou a vida das operadoras de telefonia; a Uber tomando o mercado de taxistas; a OLX tomando o market-share dos classificados de jornais; o Waze matou o GPS. Estes e centenas de outros casos mostram o que pode acontecer com a sua empresa e o seu negócio, se não tratarem de criar novas formas de consumo, novas sensações e emoções que os consumidores desejam viver.

Inúmeras são as propostas inovadoras, por exemplo, em supermercados no mundo todo: soluções de “drive-thru”, em que o cliente não precisa sair do seu carro; ausência de “check-outs”, onde o cliente registra a compra dos seus próprios produtos e paga com seu cartão de crédito; etiquetas inteligentes que substituem os códigos de barra, eliminando a função de operadora de caixa, reduzindo perdas por roubos, atualizando preços nas gôndolas instantaneamente etc. Certamente, em alguns anos veremos outro modelo de supermercado que trará muito mais benefícios e conforto para os consumidores.

Porém, é preciso compreender que as transformações de culturas e de tecnologias são operadas, via de regra, de cima para baixo, ou seja, começam na iniciativa das lideranças das organizações. Líderes modernos não só são inovadores, como estimulam a inovação em seus liderados. Eles dedicam boa parte do seu tempo para pôr em prática a criatividade nas suas equipes. Lançam desafios para os colegas, promovem encontros para debater novas ideias e até implantam instrumentos de gestão colaborativa usando a tecnologia. O impacto desta cultura de inovação nos ambientes de trabalho é surpreendente, pois o ser humano gosta de estímulos e desafios, e acabam se tornando mais comprometidos com as empresas e seus resultados.

Se a sua empresa ainda não percebeu a necessidade de se reinventar, deve tomar cuidado para não ser engolida pela concorrência inovadora. Por isso, é mais do que chegada a hora de investir na capacitação de suas lideranças, principalmente com o foco em inovação.

Colunista Marcos Rabstein Assinatura

Marcos Rabstein

Sócio-diretor da M2ALL Consultores e da RH Vitae, empresas de consultoria, treinamento e coaching, especializada em planejamento  e gestão de marketing e recursos humanos.

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