Errado é transformar o ciúme em uma compulsão irracional, subproduto da desconfiança ou baixa autoestima. (Eugênio Mussak)

Você já sentiu ciúmes? Eu já… Afinal, quem nunca sentiu?

Todos nós sentimos ciúmes em algum momento de nossas vidas e esse sentimento aumenta por vários motivos. Ele pode começar ainda na infância e o maior perigo são nossas memórias de longo prazo, que formamos dos 0 aos 7 anos de idade, que influenciam em nossa vida adulta. Se formos criados em uma família onde nossos pais são ciumentos, brigam e traem, podemos gerar (sinapses) várias crenças limitantes na vida adulta, como o medo, a insegurança e a baixa autoestima.

“Relações malsucedidas, traição ou um relacionamento abusivo e muitos conflitos amorosos também podem contribuir para que o ciúme esteja presente nas relações”, afirma a psicóloga e especialista do Zenklub Milena Lhano.

Então, podemos afirmar que o ciúme surge de uma insegurança, falta de autoestima e medo de perder alguém? Sim! A neurociência, através de estudos e ressonâncias magnéticas, mostrou que o ciúme faz funcionar com mais intensidade uma parte do cérebro chamada córtex anterior cingulado (CAC), a mesma área ativada quando sentimos dores físicas. Isto talvez explique por que sofremos como se estivessem arrancando um pedaço de nós quando sentimos ciúmes incontroláveis. Entretanto, toda ação gera emoção, que por sua vez, gera uma reação que pode desencadear em crises de agressividade e ataques de ciúmes nos relacionamentos segundo fonte supera.

Ficar com ciúmes é normal e comum, pois há demonstração de carinho e a ausência dela pode gerar desconfortos em uma relação. Mas atenção: é preciso estar atento ao desiquilíbrio desse sentimento para que ele não torne possessivo a ponto de causar rompimentos e afastamento de amigos e familiares.

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Então, podemos afirmar que o ciúme surge de uma insegurança, falta de autoestima e medo de perder alguém? Sim! A neurociência, através de estudos e ressonâncias magnéticas, mostrou que o ciúme faz funcionar com mais intensidade uma parte do cérebro chamada córtex anterior cingulado (CAC), a mesma área ativada quando sentimos dores físicas. Isto talvez explique por que sofremos como se estivessem arrancando um pedaço de nós quando sentimos ciúmes incontroláveis. Entretanto, toda ação gera emoção, que por sua vez, gera uma reação que pode desencadear em crises de agressividade e ataques de ciúmes nos relacionamentos segundo fonte supera.

Ficar com ciúmes é normal e comum, pois há demonstração de carinho e a ausência dela pode gerar desconfortos em uma relação. Mas atenção: é preciso estar atento ao desiquilíbrio desse sentimento para que ele não torne possessivo a ponto de causar rompimentos e afastamento de amigos e familiares.

Como diagnosticar se você está com ciúmes excessivo:

Segundo o Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-IV-TR, 2002), é um Transtorno Delirante Paranoico centrado na obviedade sem motivo evidente ou justo de que está sendo traído ou enganado pelo parceiro. Nesse transtorno, pequenas evidências, como chegar mais tarde em casa, perfumes diferentes ou até mensagens privadas, mídias sociais, tornam-se uma justificativa acumulada para o delírio, que pode levar até a medidas extremas com acusações verbais, violência e abuso.

Como tratar o ciúme:

Muitos acham que não existe, mas ele existe e deve ser buscado! Portanto, se você se identificou com alguns sintomas relacionados ao ciúme, você precisa procurar ajuda de um profissional para aumentar sua autoestima e criar crenças de fortalecimento através de terapias com ferramentas cientificamente comprovadas.

Botox, é uma toxina produzida pela bactéria Clostridium botulinum, que é capaz de prevenir e amenizar as rugas e os sinais da idade.

Luciane Queiroz, Master Coach e Coach Analista Comportamental

Instagram: @luqueirozoficial

 

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