Eu não tenho dúvidas, para mim o que vem em primeiro lugar é a minha família. Sou Mãe antes de tudo. Durante a minha juventude errei muitas vezes em meus relacionamentos pois tentava ser mãe dos meus homens. A partir do momento em que fui mãe passei a ser uma mulher e uma amante melhor.

Amo ensinar, pois vejo nos meus alunos pessoas para as quais consigo não apenas dar conteúdo, mas também de alguma forma, direcionar, melhorar, ajudar no crescimento, mais uma vez o papel da mãe.

Como mãe valorizo a família, o suporte emocional que nos sustenta nas horas difíceis, que compartilha os momentos importantes e que, querendo ou não, estaremos ligados para sempre.

Família muitas vezes também não é fácil. Sim. As minhas maiores dores foram causadas pelas pessoas que mais amo na minha família. Nada é perfeito, nem ninguém. Ao longo dos anos fui aprendendo (e ainda continuo) no meu caminho de crescimento, do entendimento, das minhas emoções.

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Ser atriz me fez questionar minhas emoções. Primeiro busquei me aprofundar em como usar controlar e sentir a emoção certa para a cena. Qual gatilho ativar, usar técnicas de respiração, energia, chakras… Sempre curiosa para algo novo que pudesse me fazer sentir, vibrar e tocar o outro com a minha representação.

A felicidade é composta por pequenos momentos.

Este questionamento começou a mudar o meu olhar. Comecei a procurar sentir mais prazer, sentir mais felicidade no meu dia a dia, na minha vida ‘normal’. Então, comecei a dar valor as coisas simples, aproveitar realmente cada momento, passei a dizer: “A felicidade é composta por pequenos momentos“.

Isso me fez ser mais amena comigo mesma e a me cobrar menos também. Sou mais generosa comigo, com os meus erros e defeitos, com a minha impaciência que era enorme e está sendo trabalhada. Mas principalmente, senti que vivo melhor quando cobro e espero menos do outro. As minhas grandes decepções, na verdade, foram porque esperava do outro o que ele não poderia me dar. Como diz Augusto Cury “Não basta amar, é necessário amar com inteligência.”

Ninguém é dono de ninguém, um relacionamento só funciona se tiverem duas pessoas dispostas a isso, só o amor não basta. Seu filho é seu e do mundo, ele é dono dele mesmo, você tem o comando por alguns anos e o certo é pensar sempre nele como um ser que precisa estar preparado para ser autônomo e não dependente.

Quando não está bom junto, melhor a fazer é deixar ir, pois mesmo longe continuamos amando. Ai o amor é verdadeiro. O amor pelo outro como pessoa. E quando se ama, estamos presentes sempre que necessário.

Amigos são aqueles que escolhemos para amar. A meu ver passam a ser minha família também. Ter um amigo é algo que te mantem são, saudável e forte. Tenho a sorte de ter amigos que são minha segunda família, amigos que mesmo distantes sei que posso contar, mas que também cuido, alimento, pois o amor é como a flor, precisa de terra, precisa de chão, precisa de nutrição, precisa de atenção e de cuidado.

Estou dando aulas para uma adolescente, estamos juntas lendo e interpretando o “Pequeno Príncipe”, de Antonie de Saint-Exupéry. Na releitura desse clássico vi, mais uma vez, como são sábias as palavras e a forma com ele apresenta o mundo e o homem.

“Você é responsável por aquilo que cativas”

Cuide de quem você ama e ame de forma inteligente e sustentável. E se pergunte: O que realmente é importante para você?

Thaís de Campos

Atriz, diretora, professora, produtora, mãe, mulher e alguém que pode e quer crescer junto com você.

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